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Fundação: 10 de Abril de 1979 Fundadores: José Almeida Araújo, Jerónimo Oliveira Ribeiro Direcção Técnica: João Bernardino Oliveira Azevedo Região Etnográfica: Baixo Minho Danças Tradicionais: Malhão, Vira, Chula, Cana-Verde, Vareira, Tirana, Margarida Moleira, Regadinho, entre outras. Trajes: Trabalho, Feira, Festa, Romeiro, Moivos, Senhores Ricos, e outros Património: Sede Própria Representações Nacionais: Norte a Sul do País Representações Internacionais: Espanha, França e Mónaco É a 10 de Abril de 1979 que é fundado o Rancho Folclórico de Santa Cristina de Longos. Mais tarde, a 18 de Maio de 1993, o Rancho passa a denominar-se Associação Cultural e Recreativa do Grupo Folclórico de Santa Cristina de Longos - Guimarães. Santa Cristina de Longos é rica em tradições culturais, especialmente as relacionadas com o meio rural. A cultura do linho, as sementeiras, e as colheitas representam alguns dos conhecimentos que transportam consigo as mais variadas formas de manifestações lúdicas, como os característicos dançares e cantares. Acompanhando a música e a dança, estão os belíssimos trajes coloridos. A ideia para a criação de um grupo de dançares e cantares folclóricos, foi nascendo com a realização de várias festas e romarias na região, corria o ano de 1978. Por altura da organização de um cortejo na freguesia, várias oferendas foram leiloadas com o objectivo de angariação de fundos para as obras da Igreja Paroquial. Foi-se formado por essa época um grupo de pessoas, que nutriam a vontade de formar um rancho folclórico e depressa se partiu para a fundação do Rancho Folclórico de Santa Cristina de Longos. Com o Rancho formado, rapidamente se partiu para a organização de um festival de Folclore, corria o ano de 1980, sendo que o segundo festival só seria organizado em 1991. Desde essa data os festivais têm sido frequentes. Desde que se tornou associação, o grupo tem desenvolvido um intenso trabalho, deslocando-se a festas, romarias e festivais folclóricos. Este grupo tem corrido o País de Norte a Sul, com a preocupação de manter vivas a tradições, usos e os costumes de sua terra. As deslocações ao estrangeiro têm sido frequentes, contando-se várias presenças em Espanha, França e Mónaco. Sendo terra de fortes tradições em usos e costumes, é naturalmente rica na variedade de trajes. Sºao eles o traje de trabalho, festa, feira, romeiro, senhores ricos, entre outros. São também ricos e variados os seus dançares e cantares, conta-se por isso nomes como o malhão, o vira, a chula, a cana-verde, a vareira, a tirana, a margarida moleira, o regadinho, entre outras. Os instrumentos musicais compõem-se pela viola, violão, o cavaquinho, a concertina, o bombo, os ferrinhos, o reque-reque, entre outros. Representando o folclore do Baixo Minho, e mais especificamente a freguesia de Longos, do Concelho d Guimarães, é com alegria e empenho que este grupo vai cnatando e dançando, levando toda a sua cultura e tradição por todo o País e Estrangeiro.
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